Nos ultimos anos, não nos limitamos a cultivar a inteligência das crianças, com resultados notáveis do ponto de vista quantitivo. Ao mesmo tempo, em conjunto com pais, ficamos sabendo precisamente do que éramos capazes. Somos gentes práticas, nós e os pais, gente que é muito mais influenciada pelos fatos ( ou seja, pelo que afetivamente acontece quando se cultiva a inteligência das crianças ) do que as teorias de qualquer pessoa, inclusive as nossas próprias.
Sabemos agora que não somente possível como até agradável:
- Ensinar um bebê de doze meses a ler.
- Ensinar matemática a um bebê de doze meses.
- Ensinar um bebê de doze meses a entender uma língua estrangeira.
- Ensinar um bebê recém-nascido a andar.
- Ensinar um bebê de dezoito meses a tocar violino ou outro instrumento musical.
- Ensinar um bebê de oito meses noções sobre pássaros, flores, árvores, presidentes, nações, musica e todo tipo de informação enciclopédica.
- Ensinar um bebê de dezoito meses a jogar xadrex, a pintar - na verdade, a fazer qualquer coisa que voce seja capaz de lhe apresentar de maneira direta,honesta, e sensata.
Quando uma destas coisas acontece a uma criança pequena, a sua inteligência cresce. Quando todas estas coisas são transmitidas a crianças pequenas com alegria e amor, sua inteligência se multiplica.
Reconhecemos que temos, de fato, o dever de contar a todas as mães e pais o que aprendemos, para que possam refletir sobre isso. Temos o dever de dizer a todas as mães o que elas são - como sempre foram - as melhores professoras que este velho mundo já viu.
Neste livro, assim como em "Como Ensinar Seu Bebê a Ler", comprimos à nossa maneira essa deliciosa obrigação.