| Não discutimos diagnósticos; ajudamos a criar o prognóstico.
Os pais ao ouvirem um diagnóstico sobre seu filho, dizem: “Tá, isso eu já sei, e agora o que posso fazer por ele?”
Nós acreditamos que toda criança com comprometimento intelectual, motor e sensorial, ou não, possui potencial. Porém estas funções não nascem prontas. Temos que dar e criar oportunidades para que elas se desenvolvam. O cérebro é o nosso foco principal. Ele é a causa dos problemas. O resto são sintomas de que algo não vai bem com ele, que precisa de cuidados, de organização.
Importante ressaltar que os pais e familiares em geral, têm e sempre terão, o papel de principais condutores do tratamento. Somente eles são capazes de estimular e reabilitar seus filhos, dedicando horas e horas, sem nenhuma cobrança, para vê-los bem.
Nosso papel como profissionais, trabalhando em uma instituição com mais de 50 anos anos de existência e 30.000 atendimentos no Brasil e em outros países, é ajuda-los a responder a pergunta: “E agora o que posso fazer por ele?”.
“Os pais não constituem problema para as crianças com lesão cerebral, os pais representam a solução”. (José Carlos Véras)
|